Ex-Brazilian Mortgages monta fintech de home equity

Elyseu Mardegan Jr., fundador da LendMe (Crédito: Divulgação)

“O home equity precisa ser um produto mais simples, prático e rápido. Então, vimos a possibilidade de colocar tecnologias que pudessem transformar a experiência dos clientes com esse produto.”

Carteira

Até o fim do ano, a expectativa da LendMe é originar R$ 50 milhões em empréstimos, um valor acanhado frente aos concorrentes, admite Mardegan Jr. Para ele, o mais importante nestes primeiros meses é a qualidade da carteira, e não o volume liberado em crédito. O funding virá de um FIDC próprio que está sendo constituído.

“Estamos longe de alcançar o mínimo do potencial do home equity no Brasil. Então, se trabalharmos todos para tirar as burocracias do produto, temos todos a ganhar.”

Operando como correspondente bancário da BMP Money Plus, a fintech vai liberar empréstimos de R$ 100 mil a R$ 1,5 milhão, limitado a 50% do valor do imóvel, prazo entre 5 e 15 anos e taxas que variam de 0,95% a 1,15% ao mês. Por enquanto, não está nos planos abrir uma SCD. Uma operação como essa, diz Mardegan Jr., traz benefícios mas também custos.

Perfil

Com experiência na concessão desse tipo de crédito, o executivo diz que o home equity é normalmente contratado por dois motivos: consolidação de dívidas mais caras e realização de objetivos, como pagar faculdade dos filhos.

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