Fintechs captam US$ 1,9 bilhão em 2020, no melhor ano da história

“Devemos assistir ainda a um aumento da competitividade com a entrada de empresas de outros setores neste mercado e a presença de players internacionais”, completa, referindo-se à criação do RappiBank pelo Rappi e também pela chegada das fintechs N26, Revolut e Stripe no Brasil.

M&A

Ano passado também foi histórico para fusões e aquisições no setor. Ao todo, o levantamento do Distrito contabiliza 21 operações de M&A, incluindo transações como as feitas pela XP, que comprou Fliper e Antecipa. Ou ainda o caso do Magalu, que adquiriu a Hub Fintech. Nessa seara, 2021 também começou animado. No dia 13 de janeiro, a Easynvest (adquirida pelo Nubank) comprou a Vérios.

“Com um alto volume de investimentos e um número crescente de fintechs no ecossistema, as expectativas é que o volume de fusões e aquisições continue a crescer ao longo dos próximos anos.”

Categorias e estágios

Das 13 categorias mapeadas pelo Distrito, a que mais recebeu recursos em 2020 foram as fintechs de serviços digitais — captaram US$ 931 milhões no último ano, abocanhando quase metade (49%) do volume total. A quantia foi 84% maior em relação ao que o segmento recebeu em 2019. Em seguida vêm as fintechs de crédito, que levantaram US$ 350 milhões (18,4% do total) — a cifra é 10,6% superior ao ano anterior.

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