Inco planeja captar R$ 100 milhões em novas ofertas em 2021

Daniel Miari, cofundador da Inco (Divulgação)

“Estamos criando outras ofertas de crédito, com garantia real.”

Segundo o empreendedor, o diferencial da plataforma para os concorrentes é o foco no crédito e a análise criteriosa e seletiva das ofertas que serão disponibilizadas aos investidores. Não à toa, a taxa de aprovação de projetos na Inco é de 7,5%. Ou seja, a cada cem que chegam para a análise, passam pela triagem menos de oito.

“Além de capital, precisa ter estrutura maior. Para fazer sentido, precisa ter volume financeiro que faça sentido.”

O crowdfunding imobiliário deu os primeiros passos no Brasil em 2015, com a Urbe.me, primeira plataforma a atuar com esse modelo no país. Em seu site, a fintech diz ter feito mais de 50 rodadas de captação, com mais de R$ 65 milhões investidos e soma mais de 5 mil investidores ativos. Em agosto de 2018, nasceu a Glebba, cujo foco é o mercado de loteamentos. De lá pra cá, a startup captou R$ 9,85 milhões, informa em seu site.

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